sábado, maio 29, 2010

Saúde

A saúde não é apenas a ausência de uma doença. é uma alegria interior que deveria estar conosco o tempo todo - um estado de bem-estar positivo.

O mecanismo de cura que existe dentro de nós, se combina perfeitamente com o exterior.
O corpo humano não se parece com o prado verdejante, mas sua brisa, sua água sorridente, sua luz do sol e a terra, foram simplesmente transformadas dentro de nós, e não esquecidas.

Todos precisamos ficar curados com o firme propósito de nos tornarmos perfeitos na mente, no corpo e no espírito.
O primeiro passo é percebermos que isso é realmente possível.

Para criar a saúde, você precisa de um tipo novo de conhecimento, baseado em um conceito mais profundo da vida.
Embora nosso pacote de pele e ossos pareça extremamente convincente, ele é uma máscara, uma ilusão que disfarça nosso verdadeiro EU, que não tem limitações.

A razão pela qual nem todo mundo consegue levar o processo de cura até onde ele pode ir, é o fato de diferirmos drasticamente e nossa capacidade de mobilizá-lo.

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sexta-feira, maio 14, 2010

Posso errar?


Há pouco tempo fui obrigada a lavar meus cabelos com o xampu " errado". Foi num hotel, onde cheguei pouco antes de fazer uma palestra e, depois de ver que tinha deixado meu xampu em casa, descobri que não havia farmácia nem shopping num raio de 10 quilômetros. A única opção era usar o dois-em-um (xampu com efeito condicionador) do kit do hotel. Opção? Maneira de dizer. Meus cabelos, superoleosos, grudam só de ouvir a palavra "condicionador".

Mas fui em frente. Apliquei o produto cautelosamente, enxaguei, fiz a escova de praxe e... surpresa! Os cabelos ficaram soltos e brilhantes tudo aquilo que meus nove vidros de xampu certo que deixei em casa costumam prometer para nem sempre cumprir. Foi aí que me dei conta do quanto a gente se esforça para fazer a coisa certa, comprar o produto certo, usar a roupa certa, dizer a coisa certa e a pergunta que não quer calar é: certa pra quem? Ou: certa por quê?

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terça-feira, maio 11, 2010

Só há espetáculo quando há platéia .......


Só há espetáculo quando há platéia .......
os egos precisam do seu ouvido, da sua visão, da sua admiração ..
Até quando você vai ser platéia ?
A CADA AÇÃO, UMA REAÇÃO, IGUAL E CONTRÁRIA.


Quando tiveres controle sobre suas ações,( e emoções) as reações ( dos outros)serão sempre aquelas que desejares.

 ISSO ACONTECE EM SUA VIDA?

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sexta-feira, abril 30, 2010

Aprender a confiar


Em inúmeras situações da vida, nos sentimos perdidos como um náufrago em alto mar, sem qualquer referência que nos aponte uma saída segura.

Nestes momentos, a única bússola na qual podemos confiar é nossa própria percepção, o guia primordial capaz de nos conduzir ao caminho mais acertado.

Ocorre que, para a maioria das pessoas, confiar na percepção interior é algo quase impossível, pois isto as faz sentirem-se malucas ou, no mínimo, excêntricas.

Para muitos de nós a racionalidade ainda é considerada a única fonte segura para a tomada de decisões.

Confiar na sabedoria da existência e entregar-se aos seus desígnios sem qualquer hesitação é um aprendizado lento, que exige uma boa dose de paciência e o controle do medo e da ansiedade, pois ambos nos levam a desejar desesperadamente uma solução imediata de nossos problemas.

Outro momento em que nossa intuição é colocada à prova, é quando nos guiamos por ela e nossas ações são contestadas pelos outros, que nos julgam e criticam de acordo com seus próprios valores.

Se não tivermos uma confiança absoluta naquilo que nos dita nossa voz interior, certamente nos deixaremos arrastar pelo corrente dissonante, e acabaremos por agir de acordo com as idéias alheias, em vez de seguir nosso coração.

Como somente ele pode saber do que realmente precisamos, o resultado desta negação é, na maioria das vezes, o arrependimento e a culpa por termos confiado mais nos outros do que em nós.

Não importa quantos enganos tenhamos cometido, sempre é tempo de recuperarmos a fé na vida e cultivarmos a certeza de que ela sempre nos direcionará para o que nos traz crescimento e evolução interior.

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quarta-feira, março 31, 2010

A Outra Face da Separação


Quando duas pessoas se unem, a intenção de ambas é a de que o relacionamento dure para sempre.

O fato é que boa parte das relações conjugais não alcançam essa meta, daí o ciclo que se instala de forma cada vez mais frequente em nossa sociedade: casamentos, separações, divórcios, recasamentos.

Quando questionamos o motivo da desunião, a resposta é geralmente o outro, o que merece nossa reflexão para avaliarmos até que ponto contribuimos ou não para o sucesso da nossa união.

Muitos casais optam pela separação, alegando que o amor acabou, o que nem sempre é verdade. Os "restos do amor" levados ao Judiciário muitas vezes advém de conflitos não tratados e, com o tempo, colocam fim ao projeto da vida a dois.

Todos nós somos capazes de previnir conflitos e mesmo que já estejam instalados na relação, podemos transformá-los em crescimento pessoal, restaurando o vínculo.

Para evitarmos o afrouxamento dos laços conjugais, devemos ativar o nosso amor:

1. Estimulando o diálogo: infelizmente, muitas vezes durante uma conversa interrompemos o outro ou tiramos conclusões precipitadas. Para termos uma boa conversa com o nosso parceiro é preciso saber falar, expressando-se com gentileza, escolhendo local e momento adequados para tratarem determinados assuntos) e saber ouvir (com interesse e oferecendo atenção indivisa ao outro). Para qualquer tipo de conversa, é importante o "olho no olho";

2. Buscando respostas (equilibrando amor e razão): evite intervenção de terceiros na relação; todas as respostas para os conflitos de um casal estão na própria relação. Muitas vezes é preciso desabafar, trocar idéias e, neste caso, opte por um profissional especializado ou por pessoas que realmente gostem e queiram o melhor "para o casal". Sempre submeta as orientações e conselhos recebidos ao crivo de seu próprio coração. Somente você sabe o que o(a) faz feliz;

3. Partilhando nosso Eu com o Outro: As mulheres criam mais expectativas do que os homens, no entanto, a assertiva vale para ambos: ninguém é capaz de imaginar o que o outro quer ou espera de nós. Precisamos "falar", informando ao outro sobre nossos sonhos/fantasias, projetos... Com essas informações é que criaremos um clima emocional mais favorável e estimularemos a criatividade de nosso parceiro;

4. Investindo na relação: devemos manter e ampliar os comportamentos positivos que adotávamos na época do namoro, como: cuidar de si mesmo (mente, corpo e espírito), transmitir nossos sentimentos ao outro; partilhar crenças e fazer pequenas renúncias.Para contribuirmos para o sucesso da nossa relação, nosso amor deve ser ativo, com doses diárias de conquistas, de cumplicidade e alegria. A outra face da separação nos revela que existe a possibilidade de recuperarmos um amor em crise. Que tal começarmos resgatando o que nos motivou a querer passar o resto de nossas vidas com nosso(a) parceiro(a)? Afinal, boas lembranças nos despertam para o que realmente importa e nos estimulará a repetirmos essas boas experiências com muito mais intensidade.

Aposte nisso. Acredite no amor.


Retirado do site Adriana Aguiar Brotti ,http://somostodosum.ig.com.br/p.asp?i=11089&s=1

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sexta-feira, março 26, 2010

Eu, você e o mal



A natureza humana é capaz de um mal infinito.
...Hoje, como nunca dantes, é importante que os seres humanos não subestimem o perigo representado pelo mal que espreita dentro deles.
Ele é, infelizmente, bastante real, e é por essa razão que a psicologia deve insistir na realidade do mal e deve rejeitar qualquer definição que o considere insignificante ou na verdade inexistente.

É, com frequencia, trágico, ver o quão evidentemente um homem estraga a própria vida e a de outros, e ainda assim, permanece totalmente incapaz de ver que toda a tragédia tem origem nele mesmo, e como ele, continuamente, a alimenta e a mantém em curso. Não conscientemente, é claro - pois conscientemente ele está engajado em lamentar um mundo pérfido que se perde cada vez mais na distância. Antes é um fator inconsciente, que tece as ilusões, que vela o seu mundo.

( Carl G. Jung)

Quando o mal é compreendido, como sendo intrinsecamente um fluxo de energia divina, momentaneamente distorcido, devido a idéias errôneas, a conceitos e imperfeições específicos, então ele não é mais rejeitado na sua essência.

(palestra do Pathwork, nº 184)



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